
Capa do livro OPA 50 anos

Capa do livro OPA 50 anos
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Padre Irala, Carla Ferreira e Cadu Ocariz (Arlotta)
O que é o OPA (Oração Pela Arte)? Para quem conhece, a resposta é: experiência, encontro, fé e criatividade. Fundado em 1976 pelo padre jesuíta Casimiro Irala (1936-2024), visionário da música católica e autor da célebre “Oração de São Francisco”, o OPA nasceu inspirado pelo Concílio Vaticano II e se estruturou em três pilares ligados à Santíssima Trindade: a Criatividade de Deus Pai, a Integração de Deus Filho e a Comunicação de Deus Espírito Santo.
Há cinco décadas, crianças, jovens e adultos têm vivenciado essa tecnologia espiritual que une arte e evangelização, transformando vidas por meio de músicas, coreografias, peças de teatro, poesias, fotografias, pinturas e muito mais.
Este livro resgata momentos marcantes dessa trajetória e apresenta os princípios que mantêm viva a chama do OPA, além de abrir caminhos para que essa experiência possa ser incorporada em comunidades, famílias e no cotidiano de cada leitor. Com QR Codes que dão acesso a parte de seu vasto acervo artístico, a obra eterniza o legado de Irala e mostra que ser OPA é, antes de tudo, viver a espiritualidade de forma criativa, integrada e comunicativa.
OPA – 50 anos de Oração Pela Arte. Somos corpo e espírito; um corpo que cria, comunica, integra; um espírito que sopra, anima, ilumina. Essa é uma obra que não foi feita só a muitas mãos, mas fundamentalmente por corpos e espíritos apaixonados pela arte e por Deus, seja Ele em que dimensão for. Somos majoritariamente católicos, nascemos na Igreja Católica, fundados por um padre jesuíta, mas abraçamos todos que queiram desfrutar de uma experiência que, mais do que sincrética, é universal. Porque o amor é universal.
Estamos em tempos de muitas contingências e conflitos entre o verde e o cinza, o cérebro humano e a inteligência artificial, a informação e a deformação, a saúde mental e o algoritmo, a rede (anti)social e as relações humanas. Estamos vivendo um alvorecer em que a luz do sol está com filtros e as águas de março não fecham apenas o verão, mas secam e inundam um planeta que precisa ser mais do que azul.
Desde 1976, quando o OPA nasceu, o mundo se transformou mais rapidamente do que em todos os milênios antecedentes. Prosperar como ideia e ação no meio de tanta modificação em todos os ecossistemas que nos cercam já seria motivo de comemoração, celebração e registro. Mas fomos além disso ao nos transformarmos em família, amigos de fé, ofício, razão e emoção, fiéis não por fanatismo ou falta de opção, mas por convicção nos princípios e possibilidades que nos unem. Estamos em muitos lugares fisicamente, mas fundamentalmente estamos nas pessoas.
Por isso, não dizemos que ‘somos do OPA’, mas que SOMOS OPA.
“Cada um de nós de faz raio da mesma luz, grão da mesma praia, onde dorme o mar. E mar e praia são um só. Sons integrados, são canção, luz, mar, todos nós.”